
2 dias de pesca
Hospedagem e pescaria guiada em formato enxuto, para quem tem menos tempo disponível.
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Estrutura completa para grupos de pescadores: hospedagem, embarcações e guias especializados em dourado, pintado e pacú na região de Itatí.
"Você Sonha. Nós Realizamos!"
Organização completa para grupos, com hospedagem, embarcações e apoio durante toda a experiência.
Atendimento na região de Itatí, Corrientes — reconhecida pela pesca esportiva do dourado.
Acomodações, gastronomia e ambiente preparado para receber grupos de pescadores.

Opções para duplas e trios, com duração ajustada ao perfil do grupo. Todos incluem hospedagem, refeições e saídas de pesca guiadas.

Hospedagem e pescaria guiada em formato enxuto, para quem tem menos tempo disponível.
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O formato mais procurado: tempo suficiente de rio sem abrir mão do descanso.
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Mais dias de rio para explorar pontos diferentes e maximizar as capturas do grupo.
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Formato equilibrado com tempo de sobra para explorar diferentes trechos do rio.
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A experiência mais completa, com mais dias de rio e total flexibilidade de roteiro.
Consultar valoresUma operação pensada para receber pescadores com praticidade, descanso e atendimento próximo.

Estrutura simples, funcional e acolhedora, pensada para o descanso após o rio.

Espaços comuns pensados para integração, refeições e descanso entre as saídas de pesca.

Suporte e organização durante toda a experiência, do embarque ao check-out.
All inclusive
Wi-Fi
Ar-condicionado
Boa localização
Relatos de pescadores que viveram a experiência Puerto Yacarey.
"Já pesquei em diversos destinos na Argentina, mas a Puerto Yacarey me surpreendeu pela quantidade e variedade de peixes. A estrutura é excelente e o atendimento faz você se sentir em casa."
"Uma experiência de pesca simplesmente espetacular. Em poucos dias capturamos diversas espécies e em ótima quantidade. As instalações são muito confortáveis e a comida é fantástica."
"Sem dúvida uma das melhores pousadas de pesca que já visitei. Os guias conhecem cada ponto do rio e a estrutura oferece todo o conforto necessário após um dia intenso de pescaria."
Fale pelo WhatsApp para consultar datas, valores e formatos para duplas, trios ou grupos maiores.
Solicitar informaçõesPoucos peixes de água doce despertam tanta admiração entre pescadores quanto o dourado. Batizado de "tigre do rio" pela força na correnteza e pelos saltos espetaculares que dá assim que sente o anzol, o Salminus brasiliensis é o grande protagonista da pesca esportiva na região de Itatí, Corrientes, Argentina — bem em frente à Pousada Puerto Yacarey. Escamas com reflexos dourados, mandíbula robusta cheia de dentes afiados e um comportamento de caça que lembra mais um predador de água salgada do que um peixe de rio explicam por que tanta gente atravessa a fronteira só para tentar a sorte nas águas do Rio Paraná. Não é exagero dizer que, para boa parte dos pescadores que visitam a Argentina, o dourado é o motivo da viagem inteira.
O tamanho do dourado varia bastante conforme o trecho do rio, a disponibilidade de alimento e a época do ano. Na região correntina, os exemplares mais comuns de pescaria pesam entre 2 e 15 quilos, mas relatos de pescadores e registros de pesquisadores já documentaram espécimes passando de 30 quilos e mais de um metro de comprimento. O maior dourado já homologado oficialmente foi reconhecido pela IGFA (International Game Fish Association), entidade internacional responsável por certificar recordes de pesca esportiva: um exemplar de 25,28 kg fisgado no Rio Uruguai em 2006, recorde que resiste havia quase duas décadas. Não é à toa que cada saída de pesca na Argentina carrega a expectativa de encontrar um peixe de proporções lendárias — e é essa possibilidade que faz o coração de qualquer pescador acelerar a cada arremesso.
Diferente de espécies que crescem devagar a vida inteira, o dourado tem fama entre biólogos por um ganho de peso relativamente rápido nos primeiros anos de vida, o que ajuda a explicar como um alevino consegue se tornar, em poucas temporadas, um adversário à altura de qualquer pescador experiente. Estudos que analisam os anéis de crescimento nas escamas do peixe — método parecido com contar os anéis de um tronco de árvore — já identificaram exemplares com até doze marcações anuais, sugerindo uma longevidade de praticamente uma década no ambiente natural. Esse crescimento acelerado, somado à fartura de sabalos e outras presas no Rio Paraná, é um dos motivos que tornam Corrientes uma das regiões mais concorridas da Argentina para quem busca peixes de bom porte durante a pescaria.
A pesca do dourado, no entanto, não é livre o ano inteiro, e isso é algo que todo pescador que planeja uma viagem para a Argentina precisa entender antes de reservar a pousada. A província de Corrientes aplica períodos de veda — normalmente concentrados entre o fim do ano e o início do verão, época em que a espécie migra rio acima para se reproduzir, fenômeno conhecido como piracema. Nesses períodos, e em diversos trechos do Rio Paraná, a modalidade permitida costuma ser exclusivamente pesca com devolução obrigatória: o pescador pode fisgar, fotografar e soltar o dourado, mas não retirá-lo da água. Essas regras existem justamente para conter a pesca predatória, proteger os cardumes reprodutores e garantir que a atividade continue sustentável para as próximas gerações de pescadores — e de dourados.
Existem diferentes estilos de pescaria para quem vem atrás do dourado, e a escolha costuma depender da época, da correnteza e da preferência de cada grupo hospedado na pousada. A pesca com mosca, mais técnica, exige leituras precisas da correnteza e é bastante valorizada por pescadores mais experientes. Já o arremesso com iscas artificiais — como poppers, minnows e jigs — costuma ser o estilo mais praticado entre os hóspedes da Puerto Yacarey, por aliar simplicidade de execução a bons resultados mesmo para quem está começando. Também é comum a pesca com isca viva em pontos de correnteza forte, onde o dourado costuma emboscar cardumes de peixes menores próximo às pedras e barrancos do Paraná. Cada técnica proporciona uma experiência diferente, e não é raro que um grupo alterne entre elas ao longo de uma única pescaria.
Além do dourado, o Rio Paraná abriga outras espécies importantes para quem pratica pesca esportiva na Argentina, como o pintado e o pacú, ambos também disputados pelos grupos que se hospedam na região de Itatí. Mas é o dourado que carrega o status de troféu máximo — o peixe que define se uma pescaria foi ou não memorável. A cor dourada intensa da espécie, que dá origem ao seu nome tanto em português quanto em espanhol, só fica visível de perto, quando o peixe já está próximo da embarcação, o que torna cada captura um momento de expectativa quase teatral entre guia e pescador.
Para quem se hospeda na Puerto Yacarey, essas curiosidades deixam de ser só teoria: viram parte da conversa nas embarcações e nas rodas depois do jantar, quando cada guia compartilha suas próprias histórias de dourados grandes — e dos que escaparam na hora certa. A Argentina segue sendo um dos destinos mais respeitados do mundo para quem leva a pesca esportiva a sério, e a combinação entre a fartura do Rio Paraná, a paisagem de Itatí, Corrientes e a estrutura completa da pousada é o que transforma uma pescaria comum em uma experiência que os pescadores lembram por anos.
O Rio Paraná não é o único endereço do dourado na Argentina, mas é um dos mais respeitados entre os pescadores que conhecem a fundo a pesca esportiva sul-americana. A espécie também aparece em rios como o Uruguai, o Dulce, em Santiago del Estero, e o Bermejo, em Formosa, mas é na região correntina — especialmente nos trechos próximos a Itatí — que a concentração de exemplares de bom porte costuma surpreender até pescadores que já passaram por outros destinos do país. Essa fama não é recente: há décadas a Argentina figura entre os principais destinos mundiais de pesca esportiva de água doce, e o dourado é, sem dúvida, o embaixador dessa reputação.
Vale lembrar que o Rio Paraná é extenso, e diferentes trechos oferecem experiências de pesca bem distintas entre si. Um exemplo é a região de Esquina, em Corrientes, onde o Rio Corrientes desemboca no Rio Paraná — um ambiente de confluência com dinâmica própria, diferente da encontrada em Itatí. Quem quiser conhecer esse outro perfil de pescaria pode buscar a Pousada Hambaré, referência tradicional na região de Esquina.
Já para quem busca uma experiência de pesca ainda mais diferente — fora do Rio Paraná —, existe a opção do Rio Uruguai, na fronteira entre a Argentina e o Uruguai, próximo à Barragem de Salto Grande. É um ambiente de represa, com correnteza e comportamento de pesca distintos dos de um rio de fluxo livre como o Paraná. Nessa região fica a Pousada Bamby's Pesca, uma indicação para quem tiver interesse em conhecer esse outro tipo de pescaria na Argentina.